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Os Parques e Jardins para desfrutar a Primavera e o Verão no Porto.

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A cidade do Porto está repleta de parques e jardins para aproveitar os dias quentes da Primavera e do Verão. Seja para dar bons passeios, para relaxar e ler um bom livro à sombra, para desfrutar um piquenique com amigos e a família e para a brincadeira dos mais pequenos. Muitos deles apresentam uma diversidade de plantas e árvores e também muitas aves, vistas para o rio Douro, para o por-do-sol sobre a cidade e alguns eram jardins de casas palacianas pertencentes à famílias nobres da cidade. É o programa ideal para locais e turistas que querem fazer uma pausa da confusão próxima dos pontos mais turísticos. Alguns deles apresentam programações especiais nos dias e noites quentes, oferecendo concertos, mercados e feiras, atividades físicas e animação cultural. Toda a programação de eventos nestes parques e jardins pode ser encontrada em AgoraPorto.pt Segue aqui uma relação dos principais Parques e Jardins da cidade para quem quer aproveitar os meses que aí vem: 1. Os  Jardin

Hotéis na Rua das Flores. A rua mais charmosa do Porto.

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  Já tem mais de 500 anos e por isso tem construções muito antigas e que pouco a pouco estão sendo restauradas e transformando-a na rua queridinha por todos. Turistas e locais. Uma rua pedonal onde os carros só podem passar numa parte da manhã para reabastecer os estabelecimentos comerciais ou ocasionalmente mediante autorização. Por isso é lá que se encontram os mais diversos artistas de rua, músicos, pintores e também os famosos grupos de estudantes universitários e suas apresentações musicais e performáticas, conhecidas como tunas. Muitas histórias já passaram pela Rua das Flores. Já foi a rua dos principais comerciantes da cidade e de casas de famílias burguesas. Passou por um período de abandono, quando nem era assim tão agradável passar por lá, pois haviam muitas casas abandonadas, os carros podiam circular e as pessoas estavam em segundo plano. Mas tudo mudou e hoje é um dos lugares mais agradáveis para se estar no Centro Histórico. Veja alguns artigos do blog sobre a Rua das Fl

O Ateneu Comercial do Porto e a primeira edição de Os Lusíadas.

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  O Ateneu Comercial do Porto é uma instituição e criada em 1869, inicialmente pelos caixeiros, um  dos escalões dos trabalhadores do comércio da cidade,  e rapidamente transformou-se numa associação recreativa e cultural, palco de encontros da burguesia portuense e da elite cultural da cidade. Em 1885 já estava instalado no nº 44 na Rua Passos Manoel, no coração do Porto, em plena região comercial. Lá aconteciam reuniões, saraus, jogos e bons convívios como um típico clube cultural da época.   Este é mais um espaço  no Porto que abre as suas portas para visitas guiadas.  Trata-se de uma instituição emblemática da cidade repleta de salas glamourosas, obras de arte, mobiliário de época e livros. Muitos livros.  São mais de 40.000 títulos e 80.000 volumes. E dentre eles está um que é o ponto alto da visita: a primeira edição de Os Lusíadas, datada de 1572 e que se encontra exposta no gabinete de leituras. valor incalculável O busto de Luís de Camões, o autor dos Lusíadas encontra-se  em

A Biografia Imersiva de Frida Kahlo no Porto.

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  Quem vem ao Porto nos próximos meses ou vive na cidade já pode visitar no edifício da Alfândega do Porto a exposição "Frida Kahlo", a Vida de um Ícone" , através da Immersivus Gallery . Não se trata de uma exposição das obras desta que foi, arrisco-me a dizer, a artista plástica mexicana mais conhecida dos últimos tempos. O que o visitante vai ver é uma biografia imersiva, envolvente e emocionante.  A exposição chegou ao Porto através de uma parceria entre o ateliê OCUBO , a Frida Kahlo Corporation ,  a galeria Ideal Barcelona e o estúdio criativo Layers of Reality . Através de uma viagem imersiva e colorida passamos a conhecer ou recordar a história desta mulher tão marcante e com uma trajetória de vida sofrida mas muito resiliente. Através de fotografias históricas, filmes originais, instalações artísticas e muita música, entramos no universo de Frida Kahlo, suas emoções, suas lutas, seus amores e sua força interior.  A exposição também  mostra-nos a sua genialidade

Sergio Crivelli. Um ristorante italiano por um italiano.

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  O italiano Sergio Crivelli, hoje com 70 anos, já viveu em muitos países. De Spoleto na Umbria partiu para o mundo da gastronomia e hotelaria em outras cidades da Itália, passou pela Inglaterra, Alemanha, Bruxelas, Suíça e  já vive em Portugal há mais de 30 anos onde foi dono de empresas do mercado têxtil, mas desde 2012 voltou para a gastronomia  e abriu em Matosinhos o Sergio Crivelli - Ristorante Italiano trazendo para este espaço típico italiano os grandes aprendizados da cozinha familiar e os melhores produtos vindos da Itália. Ganhámos nós, amantes da cozinha italiana. Lembro-me que quando vim morar no Porto em 2005 era raro encontrar um restaurante italiano ou pizzaria. Atualmente já encontramos muitos, mas este é um típico italiano por um italiano. Simpático, com um sotaque que  une todos os sotaques por onde passou, o chef Sergio Crivelli está sempre atento a todos os detalhes e conta com a preciosa ajuda da sua querida Luzia Crivelli, sua esposa brasileira que também está se

A Casa de Miguel Torga no seu reino maravilhoso, Trás-os-Montes.

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  Miguel Torga, um dos escritores da literatura portuguesa que mais se destacou do séc. XX,  nasceu em 1907 no seio de uma família humilde nesta casa em São Martinho de Anta em Sabrosa na região de Trás-os-Montes e foi batizado com o nome de Adolfo Correia da Rocha. Aos 13 anos foi enviado sozinho para o Brasil para trabalhar na fazenda de um tio em Minas Gerais e lá viveu até 1925, quando o tio lhe propôs pagar o regresso e os estudos em Portugal, onde estudou medicina na Universidade de Coimbra. Apesar de exercer a medicina por algum tempo, nomeadamente em Leiria, era em Trás-os-Montes e na escrita que se realizava. À paisagem transmontana, chamou de Reino Maravilhoso e a empatia com as gentes do Douro, fez com que escrevesse sobre aquela paisagem única como ninguém. E adotou o pseudónimo Miguel Torga,  homenageando um dos seus escritores favoritos, Miguel de Cervantes e ao se identificar com a Torga, uma planta brava da montanha. Foi em Sabrosa que fez o seu primeiro discurso após o

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